acontece que eu não sei por que eu tou chorando.
acontece que eu não quero fazer isso. e que não quero tampouco ficar aqui escrevendo.
acontece que não sei mais caminho nenhum pra fugir disso.
e que "isso" eu não sei o que é.
[queria pensar que minha mãe chegar vai acalmar isso tudo, que sentar com o meu pai pra ficar ouvindo discos na vitrola vai me fazer esquecer que tudo dói.]
mas tudo dói.
mesmo meu corpo dói, como para lembrar-me de que ele existe, que ele é eu, eu sou ele.
eu queria saber pra onde ir. o que fazer. por que fazer.
queria querer.
(apolo onze, luna clara.)
seguir em frente.
como funciona isso?
um ponto final.
no que foi tão-bom.
mas vá, que seja, um ponto.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
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