ignorando o que não é agora, que daí tanto faz. eu queria? queria. mas. não vou mais brincar de "mas". é sim ou não, escolha, sem variantes, variáveis. os caminhos não mudam até chegar nas encruzilhadas. e parei de procurar atalhos desvios retornos. nas horas certas, eu escolho. tá certo.
(vou aceitar que há possibilidades que não existem. não há certeza. nem tudo há. eu não preciso saber, eu não devo saber, eu não sei - o que vem.)
as estradas paralelas. ah, vida, tenta ter mais graça, vai! às vezes a gente se encontra, quem sabe.
tou tentando saber se gosto mais (ou menos) das encruzilhadas ou dos longos caminhos, (in)certos. ou, ainda, se não tenho é pressa de chegar - a algum lugar; ou àquela estrada que corre tão perto e tão longe de mim. [é, não me importa chegar - é isso o que eu quero.]
- eu tinha entendido tudo isso,
então o caminho acabou.
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é que não é assim tão fácil distinguir a encruzilhada do caminho longo. as incertezas permeiam os dois, se é que eles não são a mesma coisas.
ResponderExcluiros caminhos acabam e começam e recomeçam quase que o tempo todo. eles estão sempre aí.
lembrei de uma coisa que eu escrevi há muito tempo naquele meu caderno que você leu, quando ainda era mais menina do que hoje:
(e não importa se a janela está ou não aberta, o que importa é que existe uma, e não só uma e enquanto elas não abrem: você)
porque os caminhos e encruzilhadas formam, pouco a pouco, o que somos.